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Síndrome do Pânico - Como Agir Durante Uma Crise?

Se você já teve uma crise de pânico ou de ansiedade e ainda não consultou um profissional para orientá-lo sobre como resolver a questão, é provável que a situação se repita.


Os sintomas mais comuns em uma crise deste tipo são: mal-estar físico geral com náuseas, tonteira, sudorese intensa, aperto no peito, dificuldade respiratória, desconforto gástrico, palpitações e confusão mental.


Um sintoma característico destas crises é o medo intenso de morrer de repente. É frequente o relato de "ter medo do medo".


Muita gente recorre a médicos buscando causas orgânicas que justifiquem o mal-estar, o que as faz perder tempo e dinheiro.


Se a crise se repetir, até começar um tratamento específico leve em conta estas sugestões para sofrer menos.


Passos:

1 - Procure um lugar onde você possa sentar ou recostar confortavelmente e concentre-se em respirações profundas (movendo o ar a partir do abdômen), lentas e pausadas para não aumentar o enjôo.

2 - Se estiver com uma pessoa da sua confiança, diga o que está acontecendo e peça que faça companhia, mantendo-se em silêncio, sem fazer perguntas nem tentando descobrir as causas do seu mal-estar.

3 - Repita para si mesmo que nada de mau ou irremediável vai acontecer. Aceite que o seu corpo precisa de alguns minutos para recuperar o equilíbrio interno, e assim superar a crise, voltando ao estado normal. Lembre-se de que geralmente uma crise com estas características dura entre dois e quatro minutos.

4 - Não tente negar o que está sentindo nem disfarçar. Aceite a crise como uma resposta integral, apesar de ineficaz, do seu organismo a uma suposta ameaça que só existe na sua realidade psíquica.

5 - Observe novamente o que está à sua volta para reforçar a noção de que não há ameaças reais. Enquanto isso, mantenha a respiração sob controle, realizando conscientemente inspirações profundas e expirando lenta e suavemente. 

6 - Tente não deixar a sua fantasia criar imagens trágicas ou de sofrimento. Procure pensar em como o seu corpo está se esforçando para restabelecer a calma, o que com certeza acontecerá em poucos minutos.

7 - Quando sentir que a crise começou a ceder, permita-se alguns minutos mais de repouso e relaxamento. Não se exija retomar as suas atividades imediatamente, como se nada tivesse acontecido.

8 - Repasse mentalmente a crise sem tentar tirar conclusões apressadas, e confirme que ela já foi superada. 
9 - Proponha-se a buscar ajuda profissional, sem esperar para saber se haverá uma nova crise no futuro.


Importante:
A crise de pânico é uma resposta psicossomática (resposta física de origem psicológica) a situações físicas, psicológicas e ambientais complexas que estão afetando você no momento.

Entenda-a como um sinal de alerta, que você mesmo se enviou, para prestar mais atenção em si mesmo e procurar a ajuda profissional necessária para resolver as situações que geram o problema.

2 comentários:

Unknown disse...

As vezes, demora um pouco para as pessoas à sua volta perceberem que é involuntário essas crises, é necessário paciência, pois, até descobrir o que está ocorrendo e o tratamento ser efetivo, pode ser dificil, se fazer entender, mas há sim tratamento, muito bom seu texto, muita gente passa por isso e se sente perdido...abraços

byClaudioCHS disse...

Medo...
Vontade de dar um grito,
ou calar-se para sempre
De ficar parado, ou correr
De não ter existido
ou deixar de existir (morrer)
Não há razão quando a mente não funciona
(redundante, não?)
Vão extinguindo-se as questões
mesmo sem respostas
Perde-se, neste estágio,
a vontade de saber.
O futuro é como o presente:
É coisa nenhuma, é lugar nenhum.
Morreu a curiosidade
Morreu o sabor
Morreu o paladar
parece que a vida está vencida
Tenho medo de não ter mais medo.
Queria encontrar minhas convicções...
Deus está em um lugar firme, inabalável,
não pode ser tocado pela nossa falta de confiança
Até porque, na verdade, confio nele
O problema é que já não confio em mim mesmo
Não existe equilíbrio para mentes sem governo
A química disfarça, retarda a degradação
mas não cura a mente completamente
E não existem, em Deus, obrigações:
já nos deu a vida, o que não é pouco,
a chuva, o ar, os dias e noites
Curar está nele, mas, apenas retardaria a morte
já que seremos vencidos pelo tempo
(este é o destino dos homens)
e seremos ceifados num dia que não sabemos
num instante que mira nossa vida
e corre rápido ao nosso encontro lentamente
(ou rasteja lento ao nosso encontro rapidamente?)
Sei lá...
Mas não sei se quero estar aqui
para assistir o meu fim
Queria estar enclausurado, escondido...
As amizades que restam vão se extinguindo
e os que insistem na proximidade
são os mesmos que insistirão na distância,
o máximo de distância possível.
A vida continua o seu ciclo
É necessário bom senso
não caia uma árvore velha, podre, sobre as que ainda estão nascendo.
Os que querem morrer deixem em paz os que vão vivendo
Os que querem viver deixem em paz os que vão morrendo
Eu disse bom senso?
Ora, em estado de pânico não se encontra bom senso
nem princípios, nem razão, nem discernimento,
nem força alguma
Torna-se um alvo fácil
condenável pelos que estão em são juízo
E questionam: onde está sua fé?
e respondo: ela estava aqui agora mesmo...
ela não se extingui, mas parece que as vezes se esconde de mim...
o problema é que, quando a mente está sem governo
(falo de um homem enfermo)
é como um caminhão que perde o freio
descendo a serra do mar...
perde-se o contato com a fé e com tudo o que há...
e por alguns instantes (angustiantes)
não encontramos apoio, nem arrimo, nem chão, nem parede, nem mão...
ah... quem dera, quem dera...
que a mão de Deus me sustente neste instante...
em que viver é tão ou mais difícil que conjulgar todos os verbos...
porque sou, neste momento
a pessoa menos confiável para cuidar de mim mesmo...
tenho medo, medo...
medo de perder o medo
de sair da vida pela porta de saída...
medo de perder o medo
de apertar o botão "Desliga"...

http://progcomdoisneuronios.blogspot.com

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