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Demência e Alzheimer São a Mesma Coisa? Entenda os Quadros!

"Se você está confuso sobre a diferença entre a doença de Alzheimer e a demência, você veio ao lugar certo para obter algumas respostas"

Quando o assunto é envelhecer, alguns dos medos mais comuns que as pessoas têm envolvem a doença de Alzheimer e a demência. Estas são duas palavras que ouvimos muito quando se trata da saúde e cuidados de pessoas mais velhas; mas o que elas realmente significam? E qual é a diferença entre as duas?
 

Diferença entre doença de Alzheimer e demência

A palavra “demência” não se refere a uma condição específica, mas descreve um conjunto de sintomas que resultam de uma deterioração da função cerebral. Estes sintomas podem incluir problemas com o pensamento, raciocínio, aprendizagem, memória e linguagem; problemas comportamentais e emocionais; além de dificuldades com atividades diárias.

É mais provável que afete pessoas mais velhas, mas não é uma parte inevitável do envelhecimento, sendo diferente do esquecimento, que muitas vezes vem com o envelhecimento.

Não há cura, infelizmente, e piora com o tempo. Pode ser causada por muitas condições diferentes, sendo a mais comum delas – e que você provavelmente já ouviu falar – a doença de Alzheimer.
 

O que é a doença de Alzheimer?

A doença de Alzheimer é a condição mais comum que causa a demência, em que cerca de seis em cada 10 casos são causados pelo mal de Alzheimer. Embora seja tecnicamente uma “causa” de demência, muitas vezes será referida como um “tipo” de demência.

Se alguém tem Alzheimer, a capacidade do cérebro para enviar sinais entre as células nervosas está prejudicada, afetando a habilidade de pensar e transmitir ações para o resto do corpo. Atualmente, os médicos não entendem muito por que isso acontece. Os primeiros sintomas podem incluir piora da memória, dificuldade em realizar tarefas diárias e uma irritação maior do que o normal.

O Alzheimer tende a aparecer gradualmente, progredindo com o passar do tempo: os sintomas pioram e outros podem aparecer. Consequentemente, alguém com Alzheimer acaba precisando de cuidados o tempo todo.
 

Como os sintomas de demência e Alzheimer se comparam?

Há inúmeros possíveis sintomas de demência, mas os de Alzheimer são um pouco mais específicos. Os sintomas da demência variam dependendo do que está os causando, variando também de uma pessoa para outra. Os principais sintomas da demência dividem-se em três grupos diferentes:
 
  • Dificuldades para se lembrar, pensar e com linguagem. A pessoa pode ficar esquecida, repetir perguntas, se esforçar para lembrar palavras e manter conversas ou ficar desorientada.
  • Dificuldades com atividades diárias. A pessoa pode ter muita dificuldade na sua rotina – talvez se descuidando da higiene pessoal ou da própria casa. E pode também se perder em lugares familiares.
  • Dificuldades emocionais e comportamentais. Há toda uma gama muito ampla de dificuldades, incluindo ficar introvertido ou apático, desanimado ou ansioso, desconfiado dos outros, ou mesmo agressivo. A pessoa também pode ficar inquieta e ter dificuldade para dormir.
 
As diversas causas da demência podem ter sintomas diferentes nos estágios iniciais. Porém, à medida que progridem, é mais provável que alguém tenha a gama completa dos sintomas de demência.

No caso do Alzheimer, especificamente, a primeira coisa que costuma aparecer são os problemas de memória. A pessoa também pode perder o interesse em suas atividades ou hobbies favoritos. Conforme o tempo passa, esses problemas pioram. A pessoa pode ficar mais confusa e lutar para conseguir fazer planos e seguir instruções. Nos estágios finais do Alzheimer, sintomas mais graves, como alucinações, agressividade, depressão e incontinência, podem aparecer.

Também é importante pensar sobre o impacto que a demência e o Alzheimer podem ter nos cuidadores familiares. Cuidar de alguém com demência pode ser muito estressante, e o cuidador familiar deve buscar apoio, se necessário, e cuidar de sua própria saúde.
 

Opções de tratamento para o Alzheimer e a demência

Há tratamentos disponíveis para algumas causas de demência, sendo uma delas a doença de Alzheimer. O objetivo do tratamento é ajudar a pessoa a administrar sua vida diária de forma independente, pelo maior tempo possível.

Os tratamentos de demência mais comumente usados são os medicamentos que tratam os sintomas do mal de Alzheimer, podendo ajudar a retardar, mas não acabar com o progresso da doença de base em si. Infelizmente, eles não funcionam para todos. Também é importante lembrar que tais medicamentos não curam ou revertem o mal de Alzheimer.

Estes medicamentos também podem ter um efeito semelhante em outro tipo de demência, chamada de demência com corpos de Lewy. Mas para outros tipos, como a demência vascular, ainda não há tratamentos conhecidos.
 

Existe alguma possibilidade de cura do mal de Alzheimer ou da demência?

 
Infelizmente, não há cura, no momento, para nenhuma das condições que causam a demência, e nenhuma chance de reverter a progressão da doença de base. Por conta de sua natureza, pioram com o tempo, até que um atendimento 24 horas por dia acabe sendo necessário.
 

Quem está mais em risco de Alzheimer e demência?

Existem alguns fatores que podem afetar sua chance de ter demência. A principal delas é a idade: à medida que envelhece, você fica mais propenso a tê-la. Na faixa etária de 60 a 64 anos, cerca de uma em cada 100 pessoas a tem. Isso aumenta para cerca de seis em cada 100 pessoas com idade entre 75 e 79 anos, chegando a 30 em cada 100 pessoas com idade de 90 a 94 anos.

Alguns dos fatores de risco para a demência estão realmente sob seu controle. Por exemplo: fumar, estar acima do peso e não fazer exercícios suficientes parecem aumentar o risco de demência. Acredita-se também que uma dieta pobre pode desempenhar um papel.

Há algumas outras condições de saúde que aumentam o risco de demência, incluindo diabetes não cuidado, doenças cardíacas, pressão alta e colesterol alto, especialmente em idade mais avançada, doença de Parkinson, hidrocefalia de pressão normal, síndrome de Down e algumas formas de esclerose múltipla.

A demência pode não ser hereditária, mas há evidências de que isso pode acontecer em algumas situações. A doença de Alzheimer é uma das causas que podem ter uma ligação genética: alguém com um pai ou mãe, irmão ou irmã com Alzheimer terá um risco ligeiramente maior.

Ao olharmos para a diferença entre o Alzheimer e a demência, a principal coisa a lembrar é que os dois não são mutuamente exclusivos, um é um tipo do outro. Uma pessoa com Alzheimer também tem demência, mas somente algumas pessoas com demência têm Alzheimer. Fonte: bupa.com.au

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